3 de abril de 2010

Desencanto

Eu faço versos como quem chora
De desalento... de desencanto...
Fecha o meu livro, se por agora
Não tens motivo nenhum de pranto.

Meu verso é sangue. Volúpia ardente...
Tristeza esparsa... remorso vão...
Dói-me nas veias. Amargo e quente,
Cai, gota a gota, do coração.

E nestes versos de angústia rouca
Assim dos lábios a vida corre,
Deixando um acre sabor na boca.

- Eu faço versos como quem morre.
Manuel Bandeira

Eu, cansada de mim e de ti.


Eu, tão cansada dos fatos,
Cansada de ti e de mim.
Do mundo farto, vil e banal.
Perdida nos tormentos do existir.
Alienada com a necessidade do ter
E esquecida com a possibilidade do ser.

Quero um verso que fale de mim e de ti
Que fale do vento, do sol, das pesadas nuvens de tristeza
As quais rondam o nosso ser.
Quero um verso que rasgue almas
Arranque lágrimas
E faça chover alegrias.

Repito: estou cansada...
Cansada de mim e de ti.
Exausta da inútil tecnologia
Que me deixa sozinha e desamparada dos humanos.
Essa tecnologia que me engana
Fazendo-me acreditar que ela me faz companhia.

E a solidão é tão completa.
Tão real e perfeita
Que a sinto como algo bom
E navego, flutuo e me entrego em seus braços.
Bendita sois, ó solidão, entre os sentimentos.

Luênia Aderaldo, 03/02/2010

2 de abril de 2010

SAUDADES DE MIM

Fonte: Google
Hoje, estive tão distante, tão longe da liberdade, tão magoado comigo, tão esquecido do mundo, tão carente de afeto, tão quadrado neste círculo da vida, tão parecido com os outros... Hoje, senti saudades de mim!

1 de abril de 2010

TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO COM LEONARDO BOFF

VÍDEO: TEOLOGIA DA LIBERTAÇÃO COM LEONARDO BOFF

http://www.youtube.com/watch?v=QE4-ggGKOyU

( PARTICIPAÇÃO DE JONAS SERAFIM )