O azul suave
Do teu pensamento,
Tal o entardecer do dia,
Me fez viajar em sonhos.
E no arco-íris
Dos seus beijos
Encontrei-me nos abraços,
Abrasados de amor.
No sabor do beijo derradeiro
Acordei do áureo sonho,
Que entre meus desejos
Fez a noite dormir no silêncio.
E no fechar dos olhos
O navegar nos pensamentos,
Que em breves lamentos, a dor
De não poder amar você.
30 de agosto de 2009
Chanejú
Participação de
Guimarães Silva
às
21:57
Sorriso inspirado
Como o nascer do dia,
Fêmea cor de rosa,
Manhosa e macia.
Felina dengosa
De paixão delirante
Que envolve e fascina,
Tal maravilhosa amante.
De ardentes beijos
E corpo estonteante,
Que despertam desejos
Em pensamentos distantes.
Como o nascer do dia,
Fêmea cor de rosa,
Manhosa e macia.
Felina dengosa
De paixão delirante
Que envolve e fascina,
Tal maravilhosa amante.
De ardentes beijos
E corpo estonteante,
Que despertam desejos
Em pensamentos distantes.
Delírios
Participação de
Guimarães Silva
às
21:52
Posso sentir o cheiro da tua boca,
A suavidade dos abraços,
O calor do teu corpo,
Meu corpo nos teus braços.
Quero teus sonhos e delírios
Num êxtase de amor perfeito,
Afagar rosas molhadas,
Descansar meus beijos no teu peito.
E quando sem palavras para dizer
Nem forças para te amar,
Te darei um pedaço de mim
Que guardarás enquanto pulsar.
A suavidade dos abraços,
O calor do teu corpo,
Meu corpo nos teus braços.
Quero teus sonhos e delírios
Num êxtase de amor perfeito,
Afagar rosas molhadas,
Descansar meus beijos no teu peito.
E quando sem palavras para dizer
Nem forças para te amar,
Te darei um pedaço de mim
Que guardarás enquanto pulsar.
Doce Encanto
Participação de
Guimarães Silva
às
21:51
Enquanto meus olhos vadiam nas lágrimas,
A chama viva que teu sorriso ateia,
Pôs um sorriso no meu rosto.
E num abrir e fechar d’olhos,
Mesmo quando em cima eram nuvens,
Te vejo coberta de estrelas.
E nos teus longos cabelos negros
Como cortinas da madrugada,
A noite dormi em silêncio
E eu me estremeço de cruéis receios.
Serás, então, minha doce amada?
E sob o mesmo céu triste
A noite faz-se bela e iluminada
E nas águas irrequietas
Eu te vejo brilhar.
Como a lua que beija o mar
Num ingênuo folgar
Da lua cheia
Das ondas beijando a areia.
Pelo cessar da noite
Acordo numa manhã sombria
Com olhar perdido
Dos sonhos que se esvaem.
Que em tristezas e pranto a seguir-me persiste
Escuto cantar a luz da alvorada
As melodias do céu,
Luz que consola
Ao mais vivo carinho.
Haverá “Deus”, quem acredite?
A chama viva que teu sorriso ateia,
Pôs um sorriso no meu rosto.
E num abrir e fechar d’olhos,
Mesmo quando em cima eram nuvens,
Te vejo coberta de estrelas.
E nos teus longos cabelos negros
Como cortinas da madrugada,
A noite dormi em silêncio
E eu me estremeço de cruéis receios.
Serás, então, minha doce amada?
E sob o mesmo céu triste
A noite faz-se bela e iluminada
E nas águas irrequietas
Eu te vejo brilhar.
Como a lua que beija o mar
Num ingênuo folgar
Da lua cheia
Das ondas beijando a areia.
Pelo cessar da noite
Acordo numa manhã sombria
Com olhar perdido
Dos sonhos que se esvaem.
Que em tristezas e pranto a seguir-me persiste
Escuto cantar a luz da alvorada
As melodias do céu,
Luz que consola
Ao mais vivo carinho.
Haverá “Deus”, quem acredite?
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