2 de abril de 2012

Socorro...


O que fazer?

Reprovar o educando é subtrair dele, mesmo que temporariamente, a oportunidade de prosseguir, caminhar em direção ao sonho, acreditar que é possível conquistar o novo que breve se avizinha . O que pode colaborar para a formação dos Des que geram a desesperança: descompromisso, desânimo, desatenção... Papel que não cabe ao educador, ou pelo menos não deveria caber. Aprovar o educando, é talvez, compartilhar com uma pedagogia de resultado que está na sua essência viciada, ou então, pior ainda, aprovar pode significar o prolongamento do tempo de meia vida de um sistema educacional que parece ser organizado muito astuciosamente para que o  educando não aprenda e o educador, por mais que se dedique, sinta-se abastado no fracasso . E agora, o que fazer? Será que algum perito em educação corre e socorre a educação e seus conjugues em toda e qualquer esfera do campo educacional?

Este texto foi feito  depois que tive uma curta, mas calorosa conversa com o quase pós-doutor pela Universidaede Federal do Ceará, Jean Maccolle Tavares Santos

Ternura Sempre,

Razek Seravhat

Um comentário:

Ternura Sempre...