5 de junho de 2010

Parafraseando Paulo César Pinheiro

Por toda terra que passo
Me espanta tudo o que vejo
A morte tece seu fio
De vida feita ao avesso

O olhar que prende anda solto
O olhar que solta anda preso
Mas quando eu LUTO
Eu me enredo
Nas tranças do NOSSO desejo

O mundo todo marcado
A ferro, fogo e desprezo
A vida é o fio do tempo
A morte é o fim do novelo

O olhar que assusta
Anda morto
O olhar que avisa
Anda aceso

Mas quando eu LUTO
Eu me perco
NOS SONHOS do NOSSO DESEJO

Ê, VIDA
Ê, VIDA
É hora de SORRIR
Eu NÃO vou
NÃO vou embora pra PARSÁRGADA

A cera da vela queimando
O homem fazendo o seu preço
A morte que a vida anda armando
A vida que a morte anda tendo

O olhar mais fraco anda afoito
O olhar mais forte, indefeso
Mas quando eu LUTO
Eu me enrosco
Nas cordas do NOSSO VIVER

Ê, LUTA
Ê, LUTA
É hora de VIVER
Eu NÃO vou
NÃO vou embora pra bem longe


4 comentários:

  1. A adaptação é do Razek. A homenagem é pro Augusto.

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  2. Olá!

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    (DORAVANTE SÓ CONTINUAREI SEGUINDO BLOGS QUE ME SEGUIREM. IMPOSSÍVEL FORMAR REDE SÓ QUANDO UM LADO SEGUE - PRECISAMOS SOMAR - RECIPROCIDADE)

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  3. Portizar é uma arte para poucos. O lenitivo tem a criatividade de expor os anônimos poetas e poetisas que o mundo precisa conhecer.

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Ternura Sempre...